Os filósofos e o debate sobre a pandemia COVID 19: uma memória.
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I
Desde que a Pandemia Covid-19 espalhou-se pelo mundo, muitos governos ficaram em alerta. Mas esta luz amarela acesa nos faróis de atenção se deu a partir do momento em que o isolamento social e o estado de emergência foi decretado em vários países. Como por exemplo, a Itália que ignorou todas as orientações na época e hoje paga um alto custo com vidas e colapso do sistema de saúde.
Foi somente a partir de inúmeros debates surgidos, do perigo estar batendo à porta que, o pensamento científico, político e sobretudo filosófico, começaram voltar as atenções para o problema antes minimizado, mas que suscitaram vários questionamentos por parte dos filósofos contemporâneos.
Neste anúncio pandêmico, algumas questões ficaram mais evidentes e saltaram aos olhos: A) será que o confinamento vai nos fazer ficar mais solidários? B) Será o princípio de alguma mudança social? C) Será o coronavírus o prelúdio anunciador da queda do neoliberalismo? D) Será o reconhecimento do Estado de Bem Estar Social como forma de ajudar os mais necessitados? Será o início da normalização da exceção e o fim das liberdades individuais?
Na tentativa de compreender o que surgia na época, o esloveno Slavoj Žižek viu o poder subversivo do coronavírus. Mirou o comunismo ao construir seu raciocínio.
Mas é possível que outro vírus ideológico, este muito mais benigno, também deva se alastrar e, com sorte, infectar a todos nós: o vírus de começarmos a pensar em possibilidades alternativas de sociedade, possibilidades para além do Estado-nação, e que se atualizam nas formas de cooperação e solidariedade globais. Muito se especula hoje que o coronavírus pode levar à queda do governo comunista na China, da mesma forma que (como o próprio Gorbatchov admitiu) a catástrofe de Chernobyl foi o acontecimento que deflagrou o fim do comunismo soviético. Mas há um paradoxo aqui: pois o coronavírus também deve nos estimular a reinventar o comunismo com base na confiança no povo e na ciência.
Pensar alternativas de sociedade e reinventar o comunismo com base na confiança no povo e na ciência. Žižek depositou uma certa esperança na causalidade do vírus. Este foi o ponto chave. Isso siginifica que pensar possibilidades alternativas do vírus infectar todos nós no sentido de reinventarmos a sociedade. Será que um vírus tem o poder tão transformador? Será que a análise de Žižek possibilita pensar alternativas?
Comunismo, ou lei da selva. Proclama Slavoj Žižek. "Ou decretamos a lógica mais brutal da sobrevivência do mais apto”, ou um tipo de comunismo reinventado através de coordenação global e colaboração. Resumiu o filósofo na época.
O italiano Giorgio Agambem fez sua análise em uma outra perspectiva. Primeiramente criticou o direito de ir e vir das pessoas provocado por um estado de pânico e medo espalhados pela mídia, um verdadeiro estado de exceção, proibindo a abertura de estabelecimentos e restringindo o direito de ir e vir das pessoas. Agambem assim explicou: provocado por uma emergência desmotivada, o medo da epidemia causa pânico e, em nome da segurança, são aceitas medidas que limitam severamente a liberdade justificando o estado de exceção.
Vejamos mais detalhadamente seu questionamento:
Se questa è la situazione reale, perché i media e le autorità si adoperano per diffondere un clima di panico, provocando un vero e proprio stato di eccezione, con gravi limitazione dei movimenti e una sospensione del normale funzionamento delle condizioni di vita e di lavoro in intere regioni?
E preciso fazer alguns apontamentos sobre a análise de Agambem. O texto data de 26/02/20. Pouco tempo depois seu país mergulhou no caos justamente por não levar a sério as medidas de exceção. O que demonstra seu equívoco de análise. Mas a questão colocada pelo filósofo vai além desta mera crítica. O que o Agambem está criticando é tentativa de normalização do estado de exceção por parte do governo italiano a partir do surgimento da pandemia. Este é o ponto que muitos ignoraram e não prestaram atenção. E se analisarmos o dias atuais da Itália, podemos perceber que Também tem uma certa razão, pois o país está entregue à extrema direita negacionista e normalizado tá da exceção.
Outro filósofo que pé sou a pandemia, foi o germâno/coreano Byung-Chull Han. Para este, os países asiáticos tiveram êxito em suas medidas, - em muitos casos, como por exemplo, na China, Singapura, medidas de exceção, criticadas por Agambem.
Enquanto lá se trabalhava com dados e máscaras, aqui se chega tarde e fecham fronteiras.
Muito parecido com Agambem em relação às medidas de exceção, Byung-Chull Han disse o seguinte na época:
Mas também vale observar ações inúteis. Os fechamentos de fronteiras são evidentemente uma expressão desesperada de soberania. Nós nos sentimos de volta à época da soberania. O soberano é quem decide sobre o estado de exceção. É o soberano que fecha fronteiras.
A partir desta constatação conclui seu raciocínio:
Mas isso é uma vã tentativa de soberania que não serve para nada. Seria muito mais útil cooperar intensamente dentro da Eurozona do que fechar fronteiras alucinadamente. Ao mesmo tempo a Europa também decretou a proibição da entrada a estrangeiros: um ato totalmente absurdo levando em consideração o fato de que a Europa é justamente o local ao qual ninguém quer ir. No máximo, seria mais sensato decretar a proibição de saídas de europeus, para proteger o mundo da Europa. Depois de tudo, a Europa é nesse momento o epicentro da pandemia.
Neste trecho, é possível ver a crítica sobre as maneiras dos europeus lidarem com a crise. Nota-se em suas palavras que as vantagens da Ásia sobre os europeus se deu por que os Asiáticos têm uma mentalidade mais autoritária, herdeiros do confucionismo, e as medidas mais duras não foram questionadas. Já os europeus são mais relutantes e questionaram. Haja vista que o debate sobre a Pandemia na europa, e nos Estados Unidos, em grande medida, girou em torno das liberdades individuais. Tais debates tem alguns fantasmas. A introdução de um estado autoritário, como vem ocorrendo até os dias de hoje em vários países da Europa, e principalmente, medo de dois fantasmas que os assombram o nazismo alemão e o comunismo da União Soviética.
Seguindo este mesmo debate, Noam Chomsky disse que não podíamos deixar a Covid-19 nos levar ao autoritarismo.
Sua análise apontou para o seguinte horizonte:
Enquanto a pandemia da Covid-19 revira a ordem política e econômica global, dois futuros muito diferentes parecem possíveis. Em um extremo do espectro, as sociedades que enfrentam o tributo imposto pelo vírus podem entrar em colapso no autoritarismo. Mas no outro extremo do espectro, temos a possibilidade de aprender as lições com esse desastre – outra colossal falha de mercado aprimorada por um ataque neoliberal e agora pela bola de demolição de Trump.
Note-se que o problema exposto da pandemia é a tentativa de normalização das medidas de exceção sob a justificativa de segurança dos cidadãos. Por outro lado, Chomsky menciona a possibilidade de aprendermos novas lições com esse desastre.
Neste espectro surge também a clareza de ações do neoliberalismo, suas pretensões frente a sociedade que neste momento exige justamente o seu contrário: a busca por igualdade, uma sociedade mais justa e um estado interventor na sociedade.
O imperativo do isolamento e.ações dos estados colocaram como reflexão central três pontos que não fazem parte do estado escravo neoliberal: igualdade, liberdade e justiça.
A este respeito, Judith Butler questionou e trouxe na época interessantes reflexões:
Quais são as consequências dessa pandemia no que diz respeito à reflexão sobre igualdade, interdependência global e nossas obrigações uns com os outros? O vírus não discrimina. Poderíamos dizer que ele nos trata com igualdade, nos colocando igualmente diante do risco de adoecer, perder alguém próximo e de viver em um mundo marcado por uma ameaça iminente. Por conta da forma pela qual ele se move e ataca, o vírus demonstra que a comunidade humana é igualmente precária. Ao mesmo tempo, contudo, o fracasso por parte de certos Estados ou regiões em se prepararem adequadamente de antemão (os EUA talvez sejam agora o membro mais notório desse clube), o fortalecimento de políticas nacionais e o fechamento de fronteiras (atitude muitas vezes acompanhada de xenofobia panicada), e a chegada de empreendedores ávidos para capitalizar em cima do sofrimento global, tudo isso atesta a velocidade com a qual a desigualdade radical – o que inclui nacionalismo, supremacia branca, violência contra as mulheres e contra as populações queer e trans – e a exploração capitalista encontram formas de reproduzir e fortalecer seus poderes no interior das zonas de pandemia. Isso não deve ser surpresa nenhuma.
Talvez a mais urgente e explícita que está saltando aos olhos de filósofos, políticos, jornalistas, economistas e o povo em geral é a incapacidade do neoliberalismo fazer frente ampla aos inúmeros problemas decorrentes da pandemia. Principalmente em países que adotaram o tal sistema de governo, cuja filosofia se resume na seguinte máxima: menos estado, mais liberdade.
Menos estado pra quem? Mais liberdade pra quem?
Como consequência do isolamento e preventivas contra a pandemia surgiu o questionamento do sistema de saúde dos Estados Unidos, que é o verdadeiro exemplo de mercantilização da vida.
Butler fez o seguinte apontamento:
(...) a ideia de que talvez pudéssemos nos tornar um povo que deseja ver um mundo no qual a política de saúde seja igualmente comprometida com todas as vidas, com o desmantelamento do domínio do mercado sobre o atendimento médico, que distingue entre quem é digno e quem pode ser facilmente abandonado à doença e à morte – por um breve momento essa ideia esteva viva.
O argumento central no texto de Butler é: por que nós como um povo (no caso, o americano, a autora se refere) ainda nos opomos à ideia de tratar todas as vidas como se elas tivessem o mesmo valor?
Talvez a grande lição trazida pela pandemia foi intensificação do debate que iniciou nas prévias americanas por meio das propostas de Bernie Sanders seja a continuidade dos debates acerca da saúde pública como direito humano e o direito à igualdade. O grande desafio seria convencer o povo americano de que todo ser humano teria o direito a um atendimento médico, independentemente de sua condição financeira.
II
E no Brasil? Qual foi o debate acerca da Pandemia?
Percebe-se que nestes trópicos o debate público não se intensificou por parte dos filósofos. Tendo em vista que a tradição de debates, de pensar a sociedade e seus problemas ficou relegado a uns poucos que se aventuram. Na mídia houve aqueles que fizeram apontamentos não para pensar e propor soluções para sociedade em si, muito pelo contrário, enxergam nada de mudança e aqueles que pensam em tais aspectos são condenados. Este é o caso de Luis Felipe Pondé, que defende a tese contra um mundo melhor e quem pensa em mudar o mundo, na verdade quer o seu contrário. Outro aspecto que este pensa é sobre a pandemia. Diz que há uma histeria sobre tal e que é necessário os homens levar a vida o quanto mais normal possível.
Um dos sintomas do coronavírus é o oportunismo do horror, outro é achar que a humanidade vai mudar após a peste,- disse o autor.
Suas ideias acerca da pandemia podem ser resumidas no seguinte trecho de seu artigo publicado no jornal Folha de São Paulo:
Encaremos os fatos: no Brasil só classe média alta e alta podem fazer quarentena. Só eles têm reserva financeira. A esmagadora maioria da população vai pedir esmola, seja do Estado, seja nas ruas.
Enquanto na Europa e Estados Unidos os filósofos discutem o valor da liberdade e direitos fundamentais, Pondé simplesmente ignora tais ideiais ao dizer que a maioria da população vai pedir esmola do Estado. Este não entende que que esta "esmola" trata-se de um direito fundamental, da ação do Estado sobre os mais necessitados em tempos de pandemia.
Lembremos. Pondé é filho de uma direita raivosa e que odeia tudo que vem do Estado.
Ao olhar o mundo como uma tragédia em si, não vê nada de mudança, ao contrário. O mundo vai ficar mais competitivo.
O valor defendido por Pondé é a manuntenção do estado atual das coisas e não o pensamento em direção a possíveis mudanças.
Em direção oposta, Paulo Ghiraldelli, pensou o seguinte:
Há ganhos com a avassaladora pandemia: 1) a classe média do mundo todo está tendo que pensar em soluções políticas para problemas de convivência entre si mesma e entre as nações e os poderes estatais. A classe média do mundo todo só sabe ver a política como “rouba ou não rouba”. Nessas circunstâncias, está tendo que usar neurônios para outra coisa. 2) Um segundo ganho é que, queira ou não Byung-Chul Han, o estado-escravo-do-neoliberalismo está sendo questionado pela população. Mesmo defensores ferrenhos do capitalismo, inclusive financeiro, estão tendo de rever suas posições e admitir que o “serviço público” foi abatido pelo neoliberalismo e que isso precisa ser revisto. 3) Também há ganhos a respeito da volta da discussão sobre ciência e não-ciência. Movimentos anti-vacina e movimentos anti-intelectualistas passaram a ser vistos com maior desconfiança pela população. A ciência tem buscado responder à direita e à esquerda. Para a direita que visa só a economia e não a vida, se vê na situação de explicar que as medidas de isolamento são, antes de tudo, também para salvar a economia, pois se doença se espalha ela compromete o sistema de saúde (privado e público), que, enfim, continua com outras doenças, e então o gasto do país será maior; além disso, quanto mais tempo a doença ficar, menos produção se terá. Para a esquerda, que insiste – corretamente – que a liberdade é um bem precioso, a ciência tem se ocupado em lembrar que as medidas restritivas podem ser feitas de modo racional, sem desprezo à normalidade democrática. Diferentemente do combate ao terrorismo internacional, nessas circunstâncias parece ser mais fácil medidas que não desprezem os ganhos da democracia. 4) E mais: não temos agora que pensar seriamente nas fake news e nos imbecilóides que espalham teorias da conspiração? 5) Um elemento circunstancial que também deve ser ponderado é o reestabelecimento, para uma boa parte do mundo, da vida domiciliar. A pergunta que nasce nessas épocas é a seguinte: será que suporto mesmo meus familiares, minha esposa ou meu marido? E meus filhos, dá para ficar com eles numa casa durante mais de 24 horas? Nossos hábitos são compatíveis com os hábitos de meus familiares sem que o bálsamo do trabalho alienado que nos liberta da casa durante a vida normal?
Lembremos. Na época da pandemia, o governo brasileiro era “gerido” por um negacionista e revisionista histórico. E na época, Bolsonaro defendia a abertura do comércio, alegando que havia uma histeria em torno da pandemia e que trata-se apenas de uma gripezinha.
Tais ações foram fatais. Resultaram na morte de mais de 700 mil mortos. E muitos morreram por seguir os ditames de seu mito.
Bolsonaro fez de tudo para deturpar o debate acerca da pandemia. Minimizou o tempo todo o avanço da doença e negou a existência da própria doença e seu poder de destruição na época. Além do negacionismo científico. Como resultado, tais ações atrasaram a aplicação da vacina na população brasileira que sofreu com muitas mortes que poderiam ser evitadas.
Porque o debate no contexto brasileiro não gira em torno de valores fundamentais, como a igualdade de direitos? Por exemplo.
A resposta é dada pela própria história.
Não houve revolução no Brasil. Apenas acordos para trocas e manutenção de poderes. As poucas tentativas revolucionárias foram esmagadas por elite uma oligarquica, cuja herança de mandos e desmandos se mantém firme até os dias atuais.
O argumento da liberdade individual como direito inalienável, menciona José Murilo de Carvalho, era usado com pouca ênfase, não tinha a força característica da tradição anglo-saxônica. O que favoreceu aqui foi a herança portuguesa de um estado absolutista e relações paternalistas, no sentido de minorar sofrimentos individuais, e não a construção de uma cidadania ativa.
Esta herança carregada até os dias de hoje, faz com que praticamente o debate sobre os direitos fundamentais sejam inexistentes, permanecendo um discurso, cuja face de Janus é cada vez mais evidente, questionada, mas sua ordem, não alterada.
Outra resposta histórica deixa claro porque nós brasileiros ainda não exercemos o debate de maneira profunda:
Se o escravo não desenvolvia a consciência de seus direitoa civis, o senhor tampouco o fazia. O senhor não admitia os direitos dos escravos e exigia privilégios.para si próprio. Se um estava abaixo da lei, o outro.se considerava acima. A libertação dos escravos não trouxe consigo a igualdade efetiva. Essa igualdade era afirmada nas leis mas negada na prática. Ainda hoje, apesar das leis, aos privilégios e arrogância de poucos correspondem o desfavorecimento e a humilhação de muitos.
Esta herança carregada parece muito atual. Se de um lado, os senhores da casa grande proclamaram a volta de seus escravos ao trabalho, por outro, há ainda a legitimação de muitos desses escravos para a volta ao trabalho, sem ao menos sequer por um breve momento pensar sobre direitos fundamentais. Possuem a mente do senhor, mas estão no espectro econômico bem abaixo. Apesar de compactuar ideologicamente, seus interesses são diferentes, mas, no fundo são lacaios, serviçais e divulgadores das ideias dominantes.
III
O que podemos tirar de lição do debate desrtes filósofos sobre a pandemias? Se analisarmos o contexto do país em que estes filósofos vivem, a maioria destes estão mergulhados em políticas ligadas ao espectro ideológico da direita, o que nos leva a crer que as análises de Zizek não se comprovaram. Muito ao contrário. Ao invés de haver unma radicalização política, na qual questões como: solidariedade, alteridade fossem pauta da possibilidade de pensar um outro mundo possível, o que vimos foi justamente o contrário disso, uma envergadura à direita e em países como Estados Unidos de Butler, Itália de Agamben, Alemanha de Han e Eslovênia de Zizek e aqui no Brasil, o que se viu foi um avança da direita e extrema direita.
No nosso caso brasileiro, ainda somos os mesmos. Carregamos o fardo de um estado absolutista português que insiste em manter as coisas como são. As classes dirigentes, se analisadas historicamente, perceberemos que ainda atuam, mesmo sobre o espectro do capitalismo bem desenvolvido e não mais do modo de acumulação primitiva, ditam as regras do jogo.
Novos tempos refratários sob nova roupagem.
Referências
AGAMBEM, Giorgio. Lo stato d’eccezione provocato da un’emergenza immotivata. Disponível em:https://ilmanifesto.it/lo-stato-deccezione-provocato-da-unemergenza-immotivata/.Data de acesso. 14/04/2020
BYUNG CHUL-HAN. O coronavírus de hoje e o mundo de amanhã, segundo o filósofo Byung-Chul Han. Disponível em:https://brasil.elpais.com/ideas/2020-03-22/o-coronavirus-de-hoje-e-o-mundo-de-amanha-segundo-o-filosofo-byung-chul-han.html. Data de acesso. 14/04/2020
CARVALHO. José Murilo de. Cidadania no Brasil. São Paulo. Civilização Brasileira, 2001
GHIRALDELLI, Paulo. A filosofia e a peste do covid-19. Disponível em: http://ghiraldelli.pro.br/pandemia/a-filosofia-e-a-peste-do-covid-19.html
PONDÉ. Luis Felipe. Pobreza no Brasil faz da quarentena uma tendência dos ricos e famosos. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2020/04/pobreza-no-brasil-faz-da-quarenta-uma-tendencia-dos-ricos-e-famosos.shtml
ŽIŽEK, Slavov: Bem-vindo ao deserto do viral! Coronavírus e a reinvenção do comunismo. Disponivel:em:https://blogdaboitempo.com.br/2020/03/12/zizek-bem-vindo-ao-deserto-do-viral-coronavirus-e-a-reinvencao-do-comunismo/
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