O PENSAMENTO COMO FREIO DE EMERGÊNCIA.
Tenho pensado em diversos momentos sobre o papel do pensar em nossas terras brasileira. Este campo do conhecimento que abrange muitas áreas do saber que durante séculos apenas serviu como aprendizado de leitura e interpretação do que vinha de fora. Uma herança do nosso passado colonial que muito bem denunciado por Paulo Arantes é nomeado de departamento ultramar. No caso, da filosofia. Mas felizmente os tempos são outros e não nego a importância desta forma de aprendizado desta “filosofia”. E formado nesta tradição de repeteco, meus mestres também assim o foram e alguns deles atingiram a maioridade e começaram a filosofar, como é o caso de Paulo Arantes, um dos autores que precisamos ler com muito cuidado, pois seus textos certamente não são introdutórios para aqueles que ainda não tem certa afinidade filosófica com os termos. Mas o que pretendo colocar aqui neste espaço é pensar a possibilidade de uma meditação atenta aos tempos atuais, mas sem ao mesmo tempo nã...